Igreja reconhece aparição de Nossa Senhora de Laus
Rádio Vaticano, com Redação
Neste sábado, 5, a Igreja francesa reconheceu oficialmente o caráter sobrenatural das aparições de Nossa Senhora a Benoite Rencurel, no Santuário de Laus, nos Alpes franceses. Para a ocasião, houve uma Celebração Eucarística, presidida pelo bispo da diocese de Gap e de Embrun, Dom Jean-Michel di Falco Leandri, que assinou o decreto de reconhecimento. Na celebração estavam presentes sete cardeais, 17 bispos e três abades. Estava presente, ainda, o presidente do Pontifício Conselho da Pastoral para os Agentes de Saúde, Cardeal Javier Lozano Barragán, o secretário-geral do Governatora do Estado da Cidade do Vaticano, Dom Renato Boccardo, e o núncio apostólico na França, Dom Fortunato Baldelli. O Santuário de Laus foi edificado no lugar em que a Virgem Maria apareceu a uma pastora de 17 anos, Benoite Rencurel, de 1664 a 1718, em uma aldeia isolada na beira da montanha, a 900 metros de altitude. Durante quatro meses, a cada dia, Benoite recebeu a visita de Nossa Senhora durante o pastoreio do rebanho e pediu que fosse construída uma igreja e uma casa para sacerdotes, para atrair os cristãos desejosos de viver um caminho de conversão, especialmente por meio do Sacramento da Confissão. Desde as origens das peregrinações, as curas físicas e morais foram reconhecidas em grande número, especialmente através da unção com o óleo da lâmpada do Santuário.
segunda-feira, 5 de maio de 2008
Bento XVI recebe líder da Igreja Anglicana
Bento XVI recebe líder da Igreja Anglicana
Ecclesia
Bento XVI recebeu nesta manhã o Primaz da Igreja Anglicana, o Arcebispo inglês Rowan Williams. A audiência, de carácter privado, foi noticiada pela sala de imprensa da Santa Sé.Segundo o comunicado da Santa Sé, apesar da divergência entre o Papa e o Arcebispo da Cantuária sobre vários temas e da crise gerada pela divisão interna dos próprios anglicanos em volta da ordenação de ministros homossexuais, os dois têm, reconhecidamente, boas relações pessoais.Antes disso, os líderes religiosos se já haviam se encontrado no Congresso Inter-religioso que a Comunidade de Santo Egídio promoveu em Nápoles, em outubro do último ano.Rowan Williams está em Roma para o sétimo seminário islâmico-cristão "Building Bridges" (construindo pontes), que acontece até 8 de maio.Em declarações à Rádio Vaticano, o Primaz anglicano admite que "apesar do período de dificuldades sem precedentes" vivido no interior desta Igreja, há já "fundamentos de mútua confiança" na relação entre católicos e anglicanos.
Ecclesia
Bento XVI recebeu nesta manhã o Primaz da Igreja Anglicana, o Arcebispo inglês Rowan Williams. A audiência, de carácter privado, foi noticiada pela sala de imprensa da Santa Sé.Segundo o comunicado da Santa Sé, apesar da divergência entre o Papa e o Arcebispo da Cantuária sobre vários temas e da crise gerada pela divisão interna dos próprios anglicanos em volta da ordenação de ministros homossexuais, os dois têm, reconhecidamente, boas relações pessoais.Antes disso, os líderes religiosos se já haviam se encontrado no Congresso Inter-religioso que a Comunidade de Santo Egídio promoveu em Nápoles, em outubro do último ano.Rowan Williams está em Roma para o sétimo seminário islâmico-cristão "Building Bridges" (construindo pontes), que acontece até 8 de maio.Em declarações à Rádio Vaticano, o Primaz anglicano admite que "apesar do período de dificuldades sem precedentes" vivido no interior desta Igreja, há já "fundamentos de mútua confiança" na relação entre católicos e anglicanos.
Bento XVI reza a oração do Regina Coeli na festa da Ascensão
Bento XVI reza a oração do Regina Coeli na festa da Ascensão
Rádio Vaticano
Ao meio dia, depois da celebração da Santa Missa presidida pelo presidente da conferência episcopal italiana, Bento XVI recitou a antifona mariana do tempo pascal, Regina Coeli, com os mais de cem mil fiéis presentes na praça São Pedro, muitos deles da Ação Católica Italiana.Neste domingo em que se celebra a festa litúrgica da Ascensão, o Papa recordou, “Nos seus discursos de adeus aos discípulos, Jesus insistiu muito na importância do seu regresso ao Pai, coroação da sua missão: de fato Ele veio ao mundo para reconduzir o homem a Deus, não no plano ideal, como um filosofo ou um mestre de sabedoria, mas realmente, como pastor que deseja reconduzir as ovelhas ao redil.Segundo Bento XVI, este êxodo em direção á pátria celeste, que Jesus viveu em primeira pessoa, enfrentou-o totalmente por nós. Foi por nós que desceu do Céu e foi por nós que subiu ao Céu depois de se ter feito homem, humilhado até a morte de cruz, e depois de ter tocado o abismo do máximo afastamento de Deus. Tudo isto, concluiu o Papa, representa uma verdade não teórica, mas real. Por isso, a esperança cristã, fundada em Cristo, não é uma ilusão.Depois da recitação do Regina Coeli o Papa foi saudado pelo Presidente da Ação Católica Italiana, proferindo em seguida um discurso no qual pediu aos membros desta associação eclesial para serem cidadãos dignos do Evangelho e ministros da sapiência cristã para um mundo mais humano. Este, salientou, é o empenho que hoje assumis diante da Igreja italiana aqui representada por vós, pelos vossos presbíteros assistentes, pelos bispos e pelo seu presidente.“Numa Igreja missionária, colocada perante uma emergência educativa como aquela que se verifica na Itália, vós que a amais saibais ser anunciadores incansáveis e educadores preparados e generosos; numa igreja chamada a provas também muito exigentes de fidelidade e tentada pela adaptação, sede testemunhas corajosas e profetas de radicalidade evangélica; numa igreja que diariamente se confronta com a mentalidade relativista, edonista e consumista, saibais alargar os espaços da racionalidade no sinal de uma fé amiga da inteligência , tanto no âmbito de uma cultura popular e difusa como naquele de uma pesquisa mais elaborada e refletida; numa Igreja que chama ao heroísmo da santidade, respondei sem temor, sempre confiando na misericórdia de Deus”.Referindo-se aos estofos colocados na colonata de Bernini, que recordavam as numerosas beatificações e canonizações de membros da Ação Católica, de Piergiorgio Frassati a Alberto Marvelli, o Santo Padre concluiu: “ no caminho que tendes diante de vós não estais sozinhos, acompanham-vos os vossos santos, exemplos de cristianismo vivido, vós empreendestes um ano extraordinário, um ano que poderíamos qualificar da santidade, no qual vos empenhais a traduzir na vida concreta os ensinamentos do Evangelho. Intensificai a oração, remodelai a vossa conduta segundo os valores eternos do Evangelho, deixando-vos guiar pela Virgem Maria, Mãe da Igreja. O Papa acompanha-vos com uma recordação constante ao Senhor.
Rádio Vaticano
Ao meio dia, depois da celebração da Santa Missa presidida pelo presidente da conferência episcopal italiana, Bento XVI recitou a antifona mariana do tempo pascal, Regina Coeli, com os mais de cem mil fiéis presentes na praça São Pedro, muitos deles da Ação Católica Italiana.Neste domingo em que se celebra a festa litúrgica da Ascensão, o Papa recordou, “Nos seus discursos de adeus aos discípulos, Jesus insistiu muito na importância do seu regresso ao Pai, coroação da sua missão: de fato Ele veio ao mundo para reconduzir o homem a Deus, não no plano ideal, como um filosofo ou um mestre de sabedoria, mas realmente, como pastor que deseja reconduzir as ovelhas ao redil.Segundo Bento XVI, este êxodo em direção á pátria celeste, que Jesus viveu em primeira pessoa, enfrentou-o totalmente por nós. Foi por nós que desceu do Céu e foi por nós que subiu ao Céu depois de se ter feito homem, humilhado até a morte de cruz, e depois de ter tocado o abismo do máximo afastamento de Deus. Tudo isto, concluiu o Papa, representa uma verdade não teórica, mas real. Por isso, a esperança cristã, fundada em Cristo, não é uma ilusão.Depois da recitação do Regina Coeli o Papa foi saudado pelo Presidente da Ação Católica Italiana, proferindo em seguida um discurso no qual pediu aos membros desta associação eclesial para serem cidadãos dignos do Evangelho e ministros da sapiência cristã para um mundo mais humano. Este, salientou, é o empenho que hoje assumis diante da Igreja italiana aqui representada por vós, pelos vossos presbíteros assistentes, pelos bispos e pelo seu presidente.“Numa Igreja missionária, colocada perante uma emergência educativa como aquela que se verifica na Itália, vós que a amais saibais ser anunciadores incansáveis e educadores preparados e generosos; numa igreja chamada a provas também muito exigentes de fidelidade e tentada pela adaptação, sede testemunhas corajosas e profetas de radicalidade evangélica; numa igreja que diariamente se confronta com a mentalidade relativista, edonista e consumista, saibais alargar os espaços da racionalidade no sinal de uma fé amiga da inteligência , tanto no âmbito de uma cultura popular e difusa como naquele de uma pesquisa mais elaborada e refletida; numa Igreja que chama ao heroísmo da santidade, respondei sem temor, sempre confiando na misericórdia de Deus”.Referindo-se aos estofos colocados na colonata de Bernini, que recordavam as numerosas beatificações e canonizações de membros da Ação Católica, de Piergiorgio Frassati a Alberto Marvelli, o Santo Padre concluiu: “ no caminho que tendes diante de vós não estais sozinhos, acompanham-vos os vossos santos, exemplos de cristianismo vivido, vós empreendestes um ano extraordinário, um ano que poderíamos qualificar da santidade, no qual vos empenhais a traduzir na vida concreta os ensinamentos do Evangelho. Intensificai a oração, remodelai a vossa conduta segundo os valores eternos do Evangelho, deixando-vos guiar pela Virgem Maria, Mãe da Igreja. O Papa acompanha-vos com uma recordação constante ao Senhor.
Papa recita o rosário e fala sobre o sentido desta oração
Papa recita o rosário e fala sobre o sentido desta oração
Rádio Vaticano
Bento XVI presidiu ontem a tarde, à recitação do Rosário, na Basílica romana de Santa Maria Maior, marcando assim a celebração do “Mês de Maria” no primeiro Sábado de maio.No final, o Papa dirigiu a sua palavra aos fiéis para lhes confiar as intenções mais urgentes do seu ministério, as necessidade da Igreja, os grandes problemas da humanidade: a paz no mundo, a unidade dos cristãos, o diálogo entre todas as culturas. E pensando em Roma e na Itália Bento XVI convidou a rezar pelos objetivos pastorais da Diocese e pelo desenvolvimento solidário do país.O Papa destacou que quando se recita o terço do Rosário revivem-se os momentos importantes e significativos da história da salvação; percorrem-se as várias etapas da missão de Cristo. Com Maria orienta-se o coração para o mistério de Jesus. Coloca-se Cristo no centro da nossa vida, do nosso tempo, das nossas cidades, mediante a contemplação e a meditação dos seus santos mistérios de alegria, de luz, de dor e de gloria. Que Maria nos ajude a acolher em nós a graça que brota destes mistérios, para que através de nós, possa irrigar a sociedade a partir das relações quotidianas, e purificá-la de tantas forças negativas abrindo-a á novidade de Deus, foram os votos de Bento XVI.
Rádio Vaticano
Bento XVI presidiu ontem a tarde, à recitação do Rosário, na Basílica romana de Santa Maria Maior, marcando assim a celebração do “Mês de Maria” no primeiro Sábado de maio.No final, o Papa dirigiu a sua palavra aos fiéis para lhes confiar as intenções mais urgentes do seu ministério, as necessidade da Igreja, os grandes problemas da humanidade: a paz no mundo, a unidade dos cristãos, o diálogo entre todas as culturas. E pensando em Roma e na Itália Bento XVI convidou a rezar pelos objetivos pastorais da Diocese e pelo desenvolvimento solidário do país.O Papa destacou que quando se recita o terço do Rosário revivem-se os momentos importantes e significativos da história da salvação; percorrem-se as várias etapas da missão de Cristo. Com Maria orienta-se o coração para o mistério de Jesus. Coloca-se Cristo no centro da nossa vida, do nosso tempo, das nossas cidades, mediante a contemplação e a meditação dos seus santos mistérios de alegria, de luz, de dor e de gloria. Que Maria nos ajude a acolher em nós a graça que brota destes mistérios, para que através de nós, possa irrigar a sociedade a partir das relações quotidianas, e purificá-la de tantas forças negativas abrindo-a á novidade de Deus, foram os votos de Bento XVI.
domingo, 4 de maio de 2008
Bento XVI reza a oração do Regina Coeli na festa da Ascenção
Bento XVI reza a oração do Regina Coeli na festa da Ascenção
Rádio Vaticano
Ao meio dia, depois da celebração da Santa Missa presidida pelo presidente da conferência episcopal italiana, Bento XVI recitou a antifona mariana do tempo pascal, Regina Coeli, com os mais de cem mil fiéis presentes na praça São Pedro, muitos deles da Ação Católica Italiana.Neste domingo em que se celebra a festa litúrgica da Ascensão, o Papa recordou, “Nos seus discursos de adeus aos discípulos, Jesus insistiu muito na importância do seu regresso ao Pai, coroação da sua missão: de fato Ele veio ao mundo para reconduzir o homem a Deus, não no plano ideal, como um filosofo ou um mestre de sabedoria, mas realmente, como pastor que deseja reconduzir as ovelhas ao redil.Segundo Bento XVI, este êxodo em direção á pátria celeste, que Jesus viveu em primeira pessoa, enfrentou-o totalmente por nós. Foi por nós que desceu do Céu e foi por nós que subiu ao Céu depois de se ter feito homem, humilhado até a morte de cruz, e depois de ter tocado o abismo do máximo afastamento de Deus. Tudo isto, concluiu o Papa, representa uma verdade não teórica, mas real. Por isso, a esperança cristã, fundada em Cristo, não é uma ilusão.Depois da recitação do Regina Coeli o Papa foi saudado pelo Presidente da Ação Católica Italiana, proferindo em seguida um discurso no qual pediu aos membros desta associação eclesial para serem cidadãos dignos do Evangelho e ministros da sapiência cristã para um mundo mais humano. Este, salientou, é o empenho que hoje assumis diante da Igreja italiana aqui representada por vós, pelos vossos presbíteros assistentes, pelos bispos e pelo seu presidente.“Numa Igreja missionária, colocada perante uma emergência educativa como aquela que se verifica na Itália, vós que a amais saibais ser anunciadores incansáveis e educadores preparados e generosos; numa igreja chamada a provas também muito exigentes de fidelidade e tentada pela adaptação, sede testemunhas corajosas e profetas de radicalidade evangélica; numa igreja que diariamente se confronta com a mentalidade relativista, edonista e consumista, saibais alargar os espaços da racionalidade no sinal de uma fé amiga da inteligência , tanto no âmbito de uma cultura popular e difusa como naquele de uma pesquisa mais elaborada e refletida; numa Igreja que chama ao heroísmo da santidade, respondei sem temor, sempre confiando na misericórdia de Deus”.Referindo-se aos estofos colocados na colonata de Bernini, que recordavam as numerosas beatificações e canonizações de membros da Ação Católica, de Piergiorgio Frassati a Alberto Marvelli, o Santo Padre concluiu: “ no caminho que tendes diante de vós não estais sozinhos, acompanham-vos os vossos santos, exemplos de cristianismo vivido, vós empreendestes um ano extraordinário, um ano que poderíamos qualificar da santidade, no qual vos empenhais a traduzir na vida concreta os ensinamentos do Evangelho. Intensificai a oração, remodelai a vossa conduta segundo os valores eternos do Evangelho, deixando-vos guiar pela Virgem Maria, Mãe da Igreja. O Papa acompanha-vos com uma recordação constante ao Senhor.
Rádio Vaticano
Ao meio dia, depois da celebração da Santa Missa presidida pelo presidente da conferência episcopal italiana, Bento XVI recitou a antifona mariana do tempo pascal, Regina Coeli, com os mais de cem mil fiéis presentes na praça São Pedro, muitos deles da Ação Católica Italiana.Neste domingo em que se celebra a festa litúrgica da Ascensão, o Papa recordou, “Nos seus discursos de adeus aos discípulos, Jesus insistiu muito na importância do seu regresso ao Pai, coroação da sua missão: de fato Ele veio ao mundo para reconduzir o homem a Deus, não no plano ideal, como um filosofo ou um mestre de sabedoria, mas realmente, como pastor que deseja reconduzir as ovelhas ao redil.Segundo Bento XVI, este êxodo em direção á pátria celeste, que Jesus viveu em primeira pessoa, enfrentou-o totalmente por nós. Foi por nós que desceu do Céu e foi por nós que subiu ao Céu depois de se ter feito homem, humilhado até a morte de cruz, e depois de ter tocado o abismo do máximo afastamento de Deus. Tudo isto, concluiu o Papa, representa uma verdade não teórica, mas real. Por isso, a esperança cristã, fundada em Cristo, não é uma ilusão.Depois da recitação do Regina Coeli o Papa foi saudado pelo Presidente da Ação Católica Italiana, proferindo em seguida um discurso no qual pediu aos membros desta associação eclesial para serem cidadãos dignos do Evangelho e ministros da sapiência cristã para um mundo mais humano. Este, salientou, é o empenho que hoje assumis diante da Igreja italiana aqui representada por vós, pelos vossos presbíteros assistentes, pelos bispos e pelo seu presidente.“Numa Igreja missionária, colocada perante uma emergência educativa como aquela que se verifica na Itália, vós que a amais saibais ser anunciadores incansáveis e educadores preparados e generosos; numa igreja chamada a provas também muito exigentes de fidelidade e tentada pela adaptação, sede testemunhas corajosas e profetas de radicalidade evangélica; numa igreja que diariamente se confronta com a mentalidade relativista, edonista e consumista, saibais alargar os espaços da racionalidade no sinal de uma fé amiga da inteligência , tanto no âmbito de uma cultura popular e difusa como naquele de uma pesquisa mais elaborada e refletida; numa Igreja que chama ao heroísmo da santidade, respondei sem temor, sempre confiando na misericórdia de Deus”.Referindo-se aos estofos colocados na colonata de Bernini, que recordavam as numerosas beatificações e canonizações de membros da Ação Católica, de Piergiorgio Frassati a Alberto Marvelli, o Santo Padre concluiu: “ no caminho que tendes diante de vós não estais sozinhos, acompanham-vos os vossos santos, exemplos de cristianismo vivido, vós empreendestes um ano extraordinário, um ano que poderíamos qualificar da santidade, no qual vos empenhais a traduzir na vida concreta os ensinamentos do Evangelho. Intensificai a oração, remodelai a vossa conduta segundo os valores eternos do Evangelho, deixando-vos guiar pela Virgem Maria, Mãe da Igreja. O Papa acompanha-vos com uma recordação constante ao Senhor.
sábado, 3 de maio de 2008
Papa recorda mudança no país, depois da visita de JPII
Papa recorda mudança no país, depois da visita de JPII
Rádio Vaticano
Bento XVI recebeu, esta manhã, no Vaticano, os Bispos de Cuba, na conclusão da sua visita “ad limina apostolorum”. A eles expressou sua proximidade espiritual, concretizada mediante a mensagem que o Cardeal Secretário de Estado, Tarcísio Bertone, levou, pessoalmente, quando de sua última visita ao país.O Pontífice disse conhecer bem a realidade e a vitalidade da Igreja em Cuba. A vida eclesial local passou por uma profunda mudança, sobretudo depois da visita de JPII ao país, há vinte anos. Por isso, o Papa encorajou os Bispos a continuarem no seu esforço generoso e audaz de evangelização.Para o bom êxito da obra evangelizadora, o Santo Padre disse que é preciso um maior incremento das vocações sacerdotais e religiosas, a promoção de um laicato engajado, ciente da sua missão e vocação na Igreja.
Os fiéis leigos, acrescentou o Papa, fortalecidos por uma intensa vida espiritual e preparação religiosa, poderão oferecer um testemunho convincente da sua fé, em todos os âmbitos da vida social. Aqui, Bento XVI manifestou seu desejo de que a Igreja local possa ter acesso normal aos meios de comunicação social.Por outro lado, o Bispo de Roma pediu maior atenção pastoral aos matrimônios e famílias, ameaçados pela chaga do divórcio, pelo aborto, pelas dificuldades econômicas e pela emigração.Depois, Bento XVI expressou seu apreço pela generosidade da Igreja em Cuba, sobretudo pela sua dedicação aos mais pobres e desfavorecidos, aos enfermos, idosos e presos: um serviço altamente reconhecido por todo o povo cubano.Enfim, o Santo Padre agradeceu aos Bispos de Cuba pelo trabalho que realizam em prol do pequeno rebanho, esperando que se fortaleça e produza frutos abundantes de vida cristã.Bento XVI concluiu seu discurso aos Bispos da Conferência Episcopal de Cuba manifestando o desejo de que a próxima beatificação do Servo de Deus, José Ollalo Valdés, possa dar novo impulso ao serviço da Igreja e ao povo cubano, como fermento de reconciliação, justiça e paz.
Rádio Vaticano
Bento XVI recebeu, esta manhã, no Vaticano, os Bispos de Cuba, na conclusão da sua visita “ad limina apostolorum”. A eles expressou sua proximidade espiritual, concretizada mediante a mensagem que o Cardeal Secretário de Estado, Tarcísio Bertone, levou, pessoalmente, quando de sua última visita ao país.O Pontífice disse conhecer bem a realidade e a vitalidade da Igreja em Cuba. A vida eclesial local passou por uma profunda mudança, sobretudo depois da visita de JPII ao país, há vinte anos. Por isso, o Papa encorajou os Bispos a continuarem no seu esforço generoso e audaz de evangelização.Para o bom êxito da obra evangelizadora, o Santo Padre disse que é preciso um maior incremento das vocações sacerdotais e religiosas, a promoção de um laicato engajado, ciente da sua missão e vocação na Igreja.
Os fiéis leigos, acrescentou o Papa, fortalecidos por uma intensa vida espiritual e preparação religiosa, poderão oferecer um testemunho convincente da sua fé, em todos os âmbitos da vida social. Aqui, Bento XVI manifestou seu desejo de que a Igreja local possa ter acesso normal aos meios de comunicação social.Por outro lado, o Bispo de Roma pediu maior atenção pastoral aos matrimônios e famílias, ameaçados pela chaga do divórcio, pelo aborto, pelas dificuldades econômicas e pela emigração.Depois, Bento XVI expressou seu apreço pela generosidade da Igreja em Cuba, sobretudo pela sua dedicação aos mais pobres e desfavorecidos, aos enfermos, idosos e presos: um serviço altamente reconhecido por todo o povo cubano.Enfim, o Santo Padre agradeceu aos Bispos de Cuba pelo trabalho que realizam em prol do pequeno rebanho, esperando que se fortaleça e produza frutos abundantes de vida cristã.Bento XVI concluiu seu discurso aos Bispos da Conferência Episcopal de Cuba manifestando o desejo de que a próxima beatificação do Servo de Deus, José Ollalo Valdés, possa dar novo impulso ao serviço da Igreja e ao povo cubano, como fermento de reconciliação, justiça e paz.
Bem comum é tema de estudo no Vaticano
Bem comum é tema de estudo no Vaticano
Ecclesia
A Academia Pontifícia das Ciências Sociais (ACPS) promove de hoje, 2 a 6 de maio a sua XIV sessão plenária, este ano dedicada ao tema do bem comum. Especialistas de todo o mundo procurarão “dar novo sentido e operatividade ao conceito de bem comum em época de globalização, que em certos aspectos está levando a crescentes desigualdades e injustiças sociais”.A iniciativa foi apresentada hoje, 2, na sala de imprensa da Santa Sé, durante um encontro com os jornalistas. A ACPS alerta para a possibilidade de em breve, se assistir à “destruição do bem comum em todo o globo”.Em comunicado, a sala de imprensa da Santa Sé indica que não apoia “a tese de que a globalização seja um processo meramente negativo”, defendendo que os elementos positivos devem ser “colocados em evidência, sistematizados e valorizados como oportunidades específicas que precisam de ser apoiadas”.Segundo o comunicado da APCS, “a hipótese central com que os estudiosos são chamados a confrontar-se é que os princípios de solidariedade e subsidiariedade podem, ao contrário dos compromissos entre socialismo e liberalismo, mobilizar novas forças sociais, económicas e culturais da sociedade civil”.O programa tem como pano de fundo os quatro princípios fundamentais da Doutrina Social da Igreja: dignidade da pessoa humana, bem comum, solidariedade e subsidiariedade.
Ecclesia
A Academia Pontifícia das Ciências Sociais (ACPS) promove de hoje, 2 a 6 de maio a sua XIV sessão plenária, este ano dedicada ao tema do bem comum. Especialistas de todo o mundo procurarão “dar novo sentido e operatividade ao conceito de bem comum em época de globalização, que em certos aspectos está levando a crescentes desigualdades e injustiças sociais”.A iniciativa foi apresentada hoje, 2, na sala de imprensa da Santa Sé, durante um encontro com os jornalistas. A ACPS alerta para a possibilidade de em breve, se assistir à “destruição do bem comum em todo o globo”.Em comunicado, a sala de imprensa da Santa Sé indica que não apoia “a tese de que a globalização seja um processo meramente negativo”, defendendo que os elementos positivos devem ser “colocados em evidência, sistematizados e valorizados como oportunidades específicas que precisam de ser apoiadas”.Segundo o comunicado da APCS, “a hipótese central com que os estudiosos são chamados a confrontar-se é que os princípios de solidariedade e subsidiariedade podem, ao contrário dos compromissos entre socialismo e liberalismo, mobilizar novas forças sociais, económicas e culturais da sociedade civil”.O programa tem como pano de fundo os quatro princípios fundamentais da Doutrina Social da Igreja: dignidade da pessoa humana, bem comum, solidariedade e subsidiariedade.
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