Igreja recorda a memória da bem-aventurada Madre Teresa de Calcutá
Dia 05/09/2008
A Igreja recorda a memória da bem-aventurada Madre Teresa de Calcutá, falecida no dia 5 de setembro, há onze anos atrás, aos 87 anos de idade, deixando em todo o mundo, com a ajuda de suas Missionárias da Caridade e de todos aqueles que a ajudavam a realizar seu apostolado de caridade, sinais indeléveis de amor e de ajuda aos deserdados da sorte.
Neste dia em que recordamos Madre Teresa, vozes de toda a Índia e do mundo se elevam e se cruzam, para implorar o fim das violências contra os cristãos que, justamente na Índia, vêm sendo massacrados, no estado de Orissa, e para invocar a paz, a tolerância entre as pessoas e o respeito aos diversos credos existentes.
Nesse contexto, uma pergunta surge espontânea: o que diria Madre Teresa, que oração teria saído de seus lábios e que gesto teria feito para acompanhar essa invocação uníssona para a sua Índia? Certamente o habitual concentrado de sabedoria espiritual.
"O fruto do silêncio é a oração. O fruto da oração é a fé. O fruto da fé é o amor. O fruto do amor é a paz."
A paz é o fruto do amor. E jamais houve uma confirmação tão segura desse fato, do que a nascida naqueles antros de desespero e degradação humana que são as favelas de Calcutá e de todo o mundo, transformadas por Madre Teresa e suas Missionárias da Caridade em focos de alegria.
Mas a regra do amor é universal e, portanto, não existe âmbito ou ambiente em que não possa ser aplicada. Mesmo nas relações entre pessoas de credos diferentes, como por exemplo, entre os cristãos e os hinduístas.
"O homem é irracional, ilógico e egocêntrico? Não importa: ama-o!", diria Madre Teresa.
"O que construíste, pode ser destruído? Não importa: constrói!", acrescentaria ela, dirigindo-se aos católicos que vivem e atuam na Índia, para permanecer fiéis ao Evangelho.
"As pessoas que ajudaste talvez não te sejam gratas? Não importa! Ajuda-as!" Não existe argumento humano capaz de resistir à desconcertante razão do amor.
Mas onde começa o amor? Poderia perguntar-se um cristão da Índia ou de qualquer outro lugar do mundo. E Madre Teresa lhe responderia:
"Onde inicia o amor? Na nossa família! Como inicia? Orando juntos. A família que ora unida, permanece unida. E se as pessoas permanecem juntas, amam-se umas às outras como Jesus nos ama a todos."
Fonte: Radio Vaticana
sábado, 6 de setembro de 2008
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
"Somos cristãos somente se nos encontramos com Cristo",
"Somos cristãos somente se nos encontramos com Cristo", diz Papa
Rádio Vaticano
Audiência Geral desta quarta-feira, 03
O Papa Bento XVI deixou esta manhã, 03, a residência de verão de Castel Gandolfo para ir ao Vaticano encontrar os fiéis na Sala Paulo VI para a Audiência Geral onde meditou novamente sobre a vida do São Paulo.O Papa recordou um momento decisivo na vida do Apóstolo: o seu encontro com Cristo, conhecido como "conversão".
Este encontro deu-se a caminho de Damasco e foi decisivo porque Paulo se transformou de perseguidor da Igreja em Apóstolo do Evangelho.
"De modo inesperado, Paulo começou a considerar perda de tempo, lixo, tudo aquilo que antes constituía para ele o máximo ideal, quase a razão de ser da sua vida", explicou o Papa.Bento XVI recorda que se tratou de um evento que não pode ser interpretado com categorias meramente psicológicas.
"Naquele momento, o Apóstolo foi conquistado por Cristo e esta convicção remodelou todo seu patrimônio espiritual e orientou suas forças para um novo propósito", declarou o Pontífice. "Paulo, não se encontrou com um personagem histórico, mas com Jesus, Pessoa viva que se apresentou a ele como único Salvador e Senhor.
Isso é válido igualmente para nós, que não seguimos um ideal filosófico ou um código moral, mas sim Jesus Cristo". O Pontífice recordou: "Somos cristãos somente se encontramos Cristo. Não certamente como aconteceu com Paulo, de modo irresistível e luminoso. Mas também nós podemos encontrar Cristo na leitura das Sagradas Escrituras, na oração, na vida litúrgica. Tocar o coração de Cristo e sentir que Cristo toca o nosso coração". Para Bento XVI, o episódio nos ensina que não devemos reservar Cristo somente para nós, mas sentir a exigência de anunciá-Lo aos outros. Para isso, é necessário recorrer a Deus: "Peçamos ao Senhor que nos ilumine para que possamos nos doar, à nossa maneira, e do encontro com a sua presença ter, assim, uma fé vivaz, um coração aberto e uma grande caridade por todos, capaz de renovar o mundo".
Rádio Vaticano
Audiência Geral desta quarta-feira, 03
O Papa Bento XVI deixou esta manhã, 03, a residência de verão de Castel Gandolfo para ir ao Vaticano encontrar os fiéis na Sala Paulo VI para a Audiência Geral onde meditou novamente sobre a vida do São Paulo.O Papa recordou um momento decisivo na vida do Apóstolo: o seu encontro com Cristo, conhecido como "conversão".
Este encontro deu-se a caminho de Damasco e foi decisivo porque Paulo se transformou de perseguidor da Igreja em Apóstolo do Evangelho.
"De modo inesperado, Paulo começou a considerar perda de tempo, lixo, tudo aquilo que antes constituía para ele o máximo ideal, quase a razão de ser da sua vida", explicou o Papa.Bento XVI recorda que se tratou de um evento que não pode ser interpretado com categorias meramente psicológicas.
"Naquele momento, o Apóstolo foi conquistado por Cristo e esta convicção remodelou todo seu patrimônio espiritual e orientou suas forças para um novo propósito", declarou o Pontífice. "Paulo, não se encontrou com um personagem histórico, mas com Jesus, Pessoa viva que se apresentou a ele como único Salvador e Senhor.
Isso é válido igualmente para nós, que não seguimos um ideal filosófico ou um código moral, mas sim Jesus Cristo". O Pontífice recordou: "Somos cristãos somente se encontramos Cristo. Não certamente como aconteceu com Paulo, de modo irresistível e luminoso. Mas também nós podemos encontrar Cristo na leitura das Sagradas Escrituras, na oração, na vida litúrgica. Tocar o coração de Cristo e sentir que Cristo toca o nosso coração". Para Bento XVI, o episódio nos ensina que não devemos reservar Cristo somente para nós, mas sentir a exigência de anunciá-Lo aos outros. Para isso, é necessário recorrer a Deus: "Peçamos ao Senhor que nos ilumine para que possamos nos doar, à nossa maneira, e do encontro com a sua presença ter, assim, uma fé vivaz, um coração aberto e uma grande caridade por todos, capaz de renovar o mundo".
terça-feira, 2 de setembro de 2008
Congresso celebra jubileu do Código de Direito Canônico
Congresso celebra jubileu do Código de Direito Canônico
Da Redação, com Pontifício Instituto Superior de Direito Canônico
Neste ano a Igreja Católica comemora os 25 anos da promulgação do novo Código de Direito Canônico. Para celebrar este jubileu, o Instituto Superior de Direito Canônico do Brasil promove, a partir de hoje, 2, até a próxima sexta-feira, 5, o Congresso Internacional de Direito Canônico. O evento acontece no Colégio São Bento, centro do Rio de Janeiro, e objetiva divulgar o Código de Direito Canônico e o Pontifício Instituto aos cristãos que ainda não os conhecem.Entre os participantes, destacam-se o Núncio Apóstólico no Brasil, Dom Lorenzo Baldissieri, o Arcebispo do Rio de Janeiro, Cardeal Eusébio Oscar Scheid e autoridades eclesiais do Tribunal Apostólico da Rota Romana, Congregação para a Causa dos Santos, Conselho Pontifício para os Leigos e Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica.O Instituto foi fundado pela Igreja do Brasil em 1984, ano da promulgação do Código. Conveniado com a Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma, mantém um curso de Mestrado em Direito Canônico, que cultiva e promove o aprofundamento deste estudo, colaborando com as Igrejas particulares do Brasil.Na Constituição que promulgou o Código, o Papa João Paulo II afirmou: "É publicado no momento em que os Bispos de toda a Igreja não somente pedem sua publicação, como a solicitam com insistência". Sobre o Código, João Paulo II afirmou, ainda: "Ele combina perfeitamente com a natureza da Igreja, tal como é proposta pelo Magistério do Concílio, de modo especial na sua eclesiologia. Pode, de certo modo, ser considerado como esforço de transferir para a linguagem cononística, a própria eclesiologia conciliar". Em outra oportunidade, classificou o código como o "último documento do Vaticano II".O Colégio São Bento fica na R. Dom Gerardo, 68, centro do Rio de Janeiro.
Da Redação, com Pontifício Instituto Superior de Direito Canônico
Neste ano a Igreja Católica comemora os 25 anos da promulgação do novo Código de Direito Canônico. Para celebrar este jubileu, o Instituto Superior de Direito Canônico do Brasil promove, a partir de hoje, 2, até a próxima sexta-feira, 5, o Congresso Internacional de Direito Canônico. O evento acontece no Colégio São Bento, centro do Rio de Janeiro, e objetiva divulgar o Código de Direito Canônico e o Pontifício Instituto aos cristãos que ainda não os conhecem.Entre os participantes, destacam-se o Núncio Apóstólico no Brasil, Dom Lorenzo Baldissieri, o Arcebispo do Rio de Janeiro, Cardeal Eusébio Oscar Scheid e autoridades eclesiais do Tribunal Apostólico da Rota Romana, Congregação para a Causa dos Santos, Conselho Pontifício para os Leigos e Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica.O Instituto foi fundado pela Igreja do Brasil em 1984, ano da promulgação do Código. Conveniado com a Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma, mantém um curso de Mestrado em Direito Canônico, que cultiva e promove o aprofundamento deste estudo, colaborando com as Igrejas particulares do Brasil.Na Constituição que promulgou o Código, o Papa João Paulo II afirmou: "É publicado no momento em que os Bispos de toda a Igreja não somente pedem sua publicação, como a solicitam com insistência". Sobre o Código, João Paulo II afirmou, ainda: "Ele combina perfeitamente com a natureza da Igreja, tal como é proposta pelo Magistério do Concílio, de modo especial na sua eclesiologia. Pode, de certo modo, ser considerado como esforço de transferir para a linguagem cononística, a própria eclesiologia conciliar". Em outra oportunidade, classificou o código como o "último documento do Vaticano II".O Colégio São Bento fica na R. Dom Gerardo, 68, centro do Rio de Janeiro.
França se prepara para receber Papa Bento XVI
França se prepara para receber Papa Bento XVI
Da Redação, com Rádio Vaticano
Faltam poucos dias para a viagem que o Papa Bento XVI fará à França. O Santo Padre estará no país entre 12 e 15 de setembro. Os últimos preparativos da visita pastoral já são concluídos.Uma das iniciativas, por motivo de segurança, é o decreto oficial do Ministério da Defesa da França que proíbe, de 11 a 15 de setembro, o sobrevôo da região de Lourdes.Em Paris, o edifício gótico mais prestigioso da cidade depois da catedral de Notre Dame, o College des Bernardins, será reaberto após mais de seis anos de restauração. O College des Bernardins é um mosteiro do século XVIII e será aberto ao público nesta sexta-feira, 5. Neste local, o Papa vai fazer o seu discurso a 600 convidados, entre professores universitários e intelectuais, no dia 12 de setembro. Com a reforma, que custou mais de 50 milhões de euros, além dos estudos de teologia, o College de Bernardins vai acolher exposições de arte contemporânea, uma sala de cinema, uma biblioteca, concertos e festivais de música clássica e contemporânea, um centro de pesquisa e salas para debates e conferências.
Da Redação, com Rádio Vaticano
Faltam poucos dias para a viagem que o Papa Bento XVI fará à França. O Santo Padre estará no país entre 12 e 15 de setembro. Os últimos preparativos da visita pastoral já são concluídos.Uma das iniciativas, por motivo de segurança, é o decreto oficial do Ministério da Defesa da França que proíbe, de 11 a 15 de setembro, o sobrevôo da região de Lourdes.Em Paris, o edifício gótico mais prestigioso da cidade depois da catedral de Notre Dame, o College des Bernardins, será reaberto após mais de seis anos de restauração. O College des Bernardins é um mosteiro do século XVIII e será aberto ao público nesta sexta-feira, 5. Neste local, o Papa vai fazer o seu discurso a 600 convidados, entre professores universitários e intelectuais, no dia 12 de setembro. Com a reforma, que custou mais de 50 milhões de euros, além dos estudos de teologia, o College de Bernardins vai acolher exposições de arte contemporânea, uma sala de cinema, uma biblioteca, concertos e festivais de música clássica e contemporânea, um centro de pesquisa e salas para debates e conferências.
Desafios da mística de Santa Tereza são discutidos em congresso
Desafios da mística de Santa Tereza são discutidos em congresso
Da Redação, com Zenit
O Centro Internacional Teresiano Sanjuanista (CITES) abriu ontem, 1º, em sua nova sede, em Ávila, Espanha, o Congresso Internacional. Participam antigos alunos e professores, cerca de 50 pessoas, procedentes dos cinco continentes. O tema do encontro é: "Começar sempre". A proposta é refletir sobre os desafios da mística de Santa Tereza D'Ávila no século XXI.Serão feitas apresentações por professores e ex-alunos sobre as oportunidades e desafios apresentados a Santa Teresa pela complexa realidade dos países representados, os diversos estados de vida, e as múltiplas profissões e tarefas que os participantes desempenham.Os objetivos do Congresso, convocado há 6 meses pela direção do CITES, são múltiplos, ainda que os mais importantes se referem ao título do mesmo: constatar a importância e atualidade da mensagem teresiana nos diversos âmbitos de nosso mundo, descobrir quais são os desafios que isso propõe, como dar respostas adequadas apoiando-se no magistério e testemunho de Santa Teresa, alcançar uma série de conclusões operativas que ajudem a preparar o 5º Centenário do Nascimento de Santa Teresa (2015) da maneira mais qualificada.
Da Redação, com Zenit
O Centro Internacional Teresiano Sanjuanista (CITES) abriu ontem, 1º, em sua nova sede, em Ávila, Espanha, o Congresso Internacional. Participam antigos alunos e professores, cerca de 50 pessoas, procedentes dos cinco continentes. O tema do encontro é: "Começar sempre". A proposta é refletir sobre os desafios da mística de Santa Tereza D'Ávila no século XXI.Serão feitas apresentações por professores e ex-alunos sobre as oportunidades e desafios apresentados a Santa Teresa pela complexa realidade dos países representados, os diversos estados de vida, e as múltiplas profissões e tarefas que os participantes desempenham.Os objetivos do Congresso, convocado há 6 meses pela direção do CITES, são múltiplos, ainda que os mais importantes se referem ao título do mesmo: constatar a importância e atualidade da mensagem teresiana nos diversos âmbitos de nosso mundo, descobrir quais são os desafios que isso propõe, como dar respostas adequadas apoiando-se no magistério e testemunho de Santa Teresa, alcançar uma série de conclusões operativas que ajudem a preparar o 5º Centenário do Nascimento de Santa Teresa (2015) da maneira mais qualificada.
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
Papa recebe Ingrid Betancourt em Castelgandolfo
Papa recebe Ingrid Betancourt em Castelgandolfo
Rádio Vaticano
Bento XVI recebe Ingrid Betancourt em Castelgandolfo nesta segunda-feira
O Papa Bento XVI recebeu esta manhã, 1º, em Castelgandolfo, Ingrid Betancourt, a franco-colombiana resgatada no final de julho depois de mais de seis anos nas mãos da guerrilha das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia.Eis o comentário feito pelo diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Padre Federico Lombardi, depois do encontro, que durou 37 minutos:"Diria que o clima foi de grande comoção, porque Ingrid desejava muito este encontro com o Santo Padre, expresso desde o primeiro momento de sua libertação; e isso porque o tempo de cativeiro foi para ela um período de grande experiência espiritual, de oração e, portanto, ela tinha também realmente o desejo de comunicar ao Santo Padre a importância que a fé teve em ampará-la neste período de prova tão difícil. E queria também agradecer-lhe pela sua oração, pela sua solidariedade, pelos diversos sinais com os quais o Papa manifestou o seu pensamento e o seu amparo espiritual para todos os reféns e, em especial, naturalmente, também para ela". Padre Lombardi recordou, também, o dia que "a mãe de Ingrid Betancourt foi recebida no decorrer de uma Audiência Geral pelo Santo Padre e recebeu palavras de conforto, das quais Ingrid, no cativeiro, foi informada: ficou sabendo por meio do rádio e isso a comoveu profundamente. Portanto, este encontro sela de certa maneira uma experiência certamente de sofrimento, mas também de grande intensidade
Rádio Vaticano
Bento XVI recebe Ingrid Betancourt em Castelgandolfo nesta segunda-feira
O Papa Bento XVI recebeu esta manhã, 1º, em Castelgandolfo, Ingrid Betancourt, a franco-colombiana resgatada no final de julho depois de mais de seis anos nas mãos da guerrilha das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia.Eis o comentário feito pelo diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Padre Federico Lombardi, depois do encontro, que durou 37 minutos:"Diria que o clima foi de grande comoção, porque Ingrid desejava muito este encontro com o Santo Padre, expresso desde o primeiro momento de sua libertação; e isso porque o tempo de cativeiro foi para ela um período de grande experiência espiritual, de oração e, portanto, ela tinha também realmente o desejo de comunicar ao Santo Padre a importância que a fé teve em ampará-la neste período de prova tão difícil. E queria também agradecer-lhe pela sua oração, pela sua solidariedade, pelos diversos sinais com os quais o Papa manifestou o seu pensamento e o seu amparo espiritual para todos os reféns e, em especial, naturalmente, também para ela". Padre Lombardi recordou, também, o dia que "a mãe de Ingrid Betancourt foi recebida no decorrer de uma Audiência Geral pelo Santo Padre e recebeu palavras de conforto, das quais Ingrid, no cativeiro, foi informada: ficou sabendo por meio do rádio e isso a comoveu profundamente. Portanto, este encontro sela de certa maneira uma experiência certamente de sofrimento, mas também de grande intensidade
Bispos da Nicarágua estão em Roma para se encontrar com o Papa
Bispos da Nicarágua estão em Roma para se encontrar com o Papa
Rádio Vaticano
Os membros do Episcopado nicaragüense estão em Roma, em visita "ad Limina Apostolorum". Os bispos, sacerdotes e leigos apresentarão a Bento XVI um informe sobre a situação pastoral da Igreja Católica no país. A visita se realizará de 1º a 6 deste mês.O presidente da Conferência Episcopal da Nicarágua, Dom Leopoldo José Brenes Solórzano, arcebispo de Manágua, explicou que cada bispo, com o grupo que o acompanha, disporá de 15 minutos para dialogar com o Papa, apresentando a situação local e a consolidação, nos últimos anos, de um laicato forte e atuante no país.Dom Brenes pediu aos católicos nicaragüenses que rezassem, nestes dias da visita "ad Limina", para que a Igreja na Nicarágua saia fortalecida depois dos encontros de cada bispo com o Pontífice.
Rádio Vaticano
Os membros do Episcopado nicaragüense estão em Roma, em visita "ad Limina Apostolorum". Os bispos, sacerdotes e leigos apresentarão a Bento XVI um informe sobre a situação pastoral da Igreja Católica no país. A visita se realizará de 1º a 6 deste mês.O presidente da Conferência Episcopal da Nicarágua, Dom Leopoldo José Brenes Solórzano, arcebispo de Manágua, explicou que cada bispo, com o grupo que o acompanha, disporá de 15 minutos para dialogar com o Papa, apresentando a situação local e a consolidação, nos últimos anos, de um laicato forte e atuante no país.Dom Brenes pediu aos católicos nicaragüenses que rezassem, nestes dias da visita "ad Limina", para que a Igreja na Nicarágua saia fortalecida depois dos encontros de cada bispo com o Pontífice.
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